Thiago
Prado de
Campos
UTFPR Londrina | Agência ICOMP
contato@thiagotpc.com
@thiagotpc | thiagotpc.com
Londrina
, PR
, 86036370
Brasil
Atenção alunos PROUNI: a direção/coordenação do curso pede que se encaminhem para acertar detalhes de documentação nos próximos dias. Não precisa abandonar a palestra! Por favor!! ;-)
Use a hashtag #ENTECH se for twittar durante a palestra!
A Web é apenas mais um dos serviços existentes na INTERNET. Assim como existe o e-mail, transferência de arquivos, acesso remoto, chat, etc.
Em "computês": o protocolo HTTP é mais um do conjunto que tem o SMTP/POP/IMAP, FTP, Telnet, IRC, dentre outros sobre o TCP/IP.
Mas o HTTP é apenas um protocolo de transferência (leva e trás de pacotes com uma "aplicação"). O que tem dentro deste pacote?
Dentro deste pacote tem:
Todos estes tipos de "arquivos" representam uma aplicação, na Web mais conhecido por sites ou páginas.
Padrão é um documento aprovado por um organismo reconhecido que provê, pelo uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características de produtos, processos ou serviços cuja obediência não é obrigatória.
Padrões Abertos costumam se referir àqueles que são disponibilizados publicamente para acesso e implementação e que costumam ser definidos por ampla participação de empresas, instituições e profissionais do mercado.
Padrão Fechado possuem aceitação pública generalizada mas não cumpre os requisitos para ser aberto. Também são conhecidos por "proprietários".
os padrões abertos são importantes para ajudar a criar soluções interoperáveis e acessíveis para todos. Eles também promovem concorrência sadia através do campo técnico ao nível de todos os players de mercado. Isto significa baixo custo para as empresas e, finalmente, para o consumidor.
Erkki Liikanen, União Européia
HTML é a linguagem para descrever a estrutura de páginas web. Possibilita aos autores:
Com a HTML, os autores descrevem a estrutura das páginas usando a marcação. Os elementos da linguagem são rótulo de conteúdo, tais como “parágrafo", "lista", “tabela", e assim por diante.
É uma linguagem cuja principal função é separar apresentação de conteúdo
É possível, mantendo-se o mesmo conteúdo, obter apresentações diferentes, bastando para isso utilizar de regras de CSS diferentes para os mesmo elementos do documento HTML.
Quando dizemos apresentação, nos referimos a como o conteúdo será transmitido ao usuário: visual, oral ou impresso;
A CSS pode ser usada pra qualquer linguagem de marcação, e não só para HTML;
Em meio a briga para se definir a HTML 3, quando muitos queria incluir recursos gráficos na linguagem, Håkon Wium Lie sugeriu em 1994 uma solução que separava o conteúdo (HTML) da apresentação (CSS). Outros (Bert Bos) gostaram da idéia e em 1996 foi publicada a primeira versão, mas com pouca adoção dos navegadores da época.
Os trabalhos continuaram e perto de publicar a HTML 4, em 1998 o W3C publicou a versão 2 da CSS, revisada e atualizada em 2004, como CSS 2.1
É uma linguagem de programação criada pela Netscape em 1995 (e hoje padrão Ecma), para atender, principalmente, as seguintes necessidades:
Juntas, HTML, CSS e Javascript formam as três camadas que podem compor uma página web: Conteúdo, Apresentação e Comportamento.
É interessantíssimo que essas camadas sejam criadas com padrões abertos.
A última versão da HTML tinha sido publicada em 1999 (ou 2000 pra XHTML 1) e em 2002 o W3C começava a trabalhar na XHTML 2, onde pretendia demandar esforços para melhor a web semântica.
Isso não agradou alguns players do mercado (Opera, Apple e Mozilla) e em 2004 eles fundaram o Web Hypertext Application Technology (WHAT) Working Group. Depois teve adesão da Google.
O objetivo do grupo era tornar os navegadores capazes de rodar aplicativos sob plataforma web e resolver também alguns outros problemas:
Os esforços do WHATWG tiveram e efeitos e após encaminharem suas especificações em andamento pro W3C este as acatou e chamou de HTML 5.
Uma vez a HTML5 apoiada pelo W3C, esta suspendeu os trabalhos da XHTML 2 e intensificou também as atividades sobre a CSS 3.
Os navegadores passaram então frenéticamente a implementar os recursos da HTML 5 a fim de sair na frente com a oferta destes novos recursos para ganhar a preferência dos usuários e desenvolvedores.
Veja: HTML5Test.com
HTML 5 é uma buzzword e envolve não somente uma nova versão da linguagem de marcação (novas tags) mas também uma série de novos recursos que podem ser suportados pelos navegadores e explorados pelos autores de páginas web.
A renderização de código MathML ainda é precária nos navegadores.
Compare neste site a renderização abaixo com o mesmo código MathML usando como base esta URL:
http://www.thiagotpc.com/entech/math.xml
Fórmula de Bhaskara:
Com apenas um atributo no elemento e um pouco de código javascript, criamos áreas editáveis na página. Isto facilita a criação e melhoramentos de sistemas gerenciadores de conteúdo (CMS).
Dividida em módulos, a especificação da CSS 3 inclui uma série de inovações há muto tempo desejada pelos webdesigners de designers de interação
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As páginas serão mais ricas em experiência de uso, com animações, validações, armazenamento local e elementos de interação (manipulação direta)
Páginas com padrões são transferidas e renderizadas mais rapidamente, economizando banda, disco e recursos de processamento e memória.
O mesmo aplicativo poderá ser portado em diferentes ambientes, independente de SO (Windows, Mac, Linux, Android, iOS, Maemo) ou hardware (smartphone, tablet, desktop, smart tvs)
Jogos e outros aplicativos passarão a rodar no navegador ao invés de disputar janelas na barra de ferramentas ou depender de consoles específicos.
Novas ferramentas surgirão para o desenvolvimento de páginas de interfaces ricas com padrões, como o Sencha, o Edge, Tumult Hype, dentre outros.
Aprofundar conhecimento de Javascript para manipulação das APIs que darão acesso e controle dos novos recursos.
Conhecer princípios de design de interação, usabilidade e acesibilidade para poder aplicá-los aos elementos de interface codificados.
Entender um pouco mais de semântica e estrutura adequada para proporcionar às páginas e aplicações "encontrabilidade" por ferramentas de busca, interoperabilidade com outros sistemas e melhores desempenho de execução.
Entender de Degradação Graciosa, Melhoria Progressiva e Fallbacks, para que o site desenvolvido seja funcional e agradável em qualquer tipo e versão de navegador e dispositivo.
Estude. E não pare de estudar. Pelo menos até os 45 anos!
A UTFPR Londrina, em parceria com o IFPR Londrina lançam a turma 2 da Especialização em Desenvolvimento Web.
Inscrições a partir de novembro e início em março/2012. - http://www.utfpr.edu.br/londrina
Primeiro porque exemplifica a receita de como se preparar. E segundo, por que acredito que nestes quase 16 anos estudando e trabalhando com informática e web aprendi algumas coisas que posso compartilhar:
Esta apresentação foi toda escrita em HTML5 e CSS3 com auxílio de frameworks javascript, como jQuery e Deck.js.
Devido ao pouco tempo para preparo eventuais falhas na codificação podem existir. Se encontrar alguma, relate que farei a correção.
Algumas imagens e conteúdo podem ter sido retirados dos sites indicados nos slides anteriores e todos direitos a eles pertencem.
Fico à disposição para perguntas e comentários.